Divina és, ó noite , em que eu te escuto !
ó alma que da montanha és , em chão !
da flor o influxo !
que embalas estrelas no rumor da terra !
(Encontramo-nos no meio do parênteses , madrugada !) *
Sagrada és , ó manhã ,
que dos olhos dela me falas !
do monte que se levanta
quando sua pluma enriquece os céus
sou do seu sorriso em forma de asa
sobre o qual me inclino , cativo !
ela desperta-me na sua lua ajardinada !
* (Ao centro ... os corações abraçam-se ,
e , é , neste gesto banal ,
comum de por tantos praticado ,
que desponta o original e essencial
acto daquele que tornaste o teu amado)
À Minha Dan , com amor
Teu Jo , 080620121202
ó alma que da montanha és , em chão !
da flor o influxo !
que embalas estrelas no rumor da terra !
(Encontramo-nos no meio do parênteses , madrugada !) *
Sagrada és , ó manhã ,
que dos olhos dela me falas !
do monte que se levanta
quando sua pluma enriquece os céus
sou do seu sorriso em forma de asa
sobre o qual me inclino , cativo !
ela desperta-me na sua lua ajardinada !
* (Ao centro ... os corações abraçam-se ,
e , é , neste gesto banal ,
comum de por tantos praticado ,
que desponta o original e essencial
acto daquele que tornaste o teu amado)
À Minha Dan , com amor
Teu Jo , 080620121202


