Távola De Estrelas: poeta

Távola De Estrelas

Poesia Do Céu Da Boca

* Sempre DS*SD erpmeS *

Távola De Estrelas, Poesia Do Céu Da Boca, Para Mastigar Devagarinho, Deve Ser Servida À Noite E Acompanhada Dum Bom Vinho Tinto...
Mostrar mensagens com a etiqueta poeta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta poeta. Mostrar todas as mensagens

O Poeta dela...

Postado: Daniele Dallavecchia On quinta-feira, fevereiro 03, 2011 0 Carinhos de Luxo



























Suspirando de amor,
cada dia morria um pouquinho...
Bailava nos sonhos azuis
daqueles versos escritos no papel,
jogados ao sabor do vento,
caídos no colo, sobre seu vestido estampado...
A cada palavra sentia o beijo terno,
cada estrofe uma promessa de vida,
cada rima uma canção mágica...
O amado de toda a vida,
estava naquele pedacinho de papel...


site:http://www.worldartfriends.com/pt/club/poesia/o-poeta-dela


Amor de poeta

Postado: Daniele Dallavecchia On segunda-feira, janeiro 31, 2011 0 Carinhos de Luxo


































Os livros na estante e toda tecnologia
não explicam este sentimento intenso,
Este enlace, amor, super-amor, poesia.
E eu desisto de entender, já não penso...

O tempo passa, desata, mas não gasta
nosso desejo, esta paixão correspondida...
E onde acaba a tua esperança, sou vasta.
Onde enxergas o fim, vejo toda uma vida.

Otimismo, fé, persistência? Chamo amor...
Força infinita, além, desprovida de cansaço,
busca sem fim, da alma que me completa.

Se o futuro for curto? Também é a vida da flor,
não tenho medo, tenho nervos de aço...
Romântica, sonhadora? Não. Sou poeta!

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=172920#ixzz1Cekikoi4
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives


A menina que amava o poeta

Postado: Daniele Dallavecchia On quinta-feira, dezembro 09, 2010 1 Carinhos de Luxo











































O que me aperta mesmo o nó da alma,
não é a ausência do homem, 
não é disso que sinto falta,
mas de não receber todo dia
o encanto das cartas 
em forma de poesia.
A palavra que fascina,
que faz melodia,
colorindo meu mundo 
que era preto e branco.
Não ver mais aquelas letras 
se desdobrando
em lindas pétalas de flores 
que atapetavam meus caminhos...
Foi tão triste o fim... 
Me faz morrer aos pouquinhos...
Eu respirava os versos doces,
amargos, saltitantes 
ou enfeitados de sonhos
tão bons de se sonhar...
Mas que, sabiam por si só,
não podiam se realizar...
Ah, como era bom amar o poeta,
como era bom dormir abraçada 
às tantas cartas de amor
que enfeitavam os lençóis, 
que me acolhiam no sono do romance...
O mais lindo amor que tive...
Me ensinou a voar,
a tocar e acender estrelas no céu.
Me ensinou que a vida pode ser linda
se você dançar com as rimas,
brincar com os versos,
beijar as letrinhas que piscam...
Ah, como meu coração foi feliz,
meu coração sem seta,
no dia em que  encontrou-se
com o grande poeta!