Távola De Estrelas: tarot

Távola De Estrelas

Poesia Do Céu Da Boca

* Sempre DS*SD erpmeS *

Távola De Estrelas, Poesia Do Céu Da Boca, Para Mastigar Devagarinho, Deve Ser Servida À Noite E Acompanhada Dum Bom Vinho Tinto...
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O Mistério Do Mistério

Postado: Luiz Sommerville Junior On segunda-feira, setembro 15, 2014 0 Carinhos de Luxo

Da sabedoria que almejo
invulgar que não (me)encontra
do sal que provo, mas não me salga, a alma!
... ao mercúrio e seus encantos
em química que não domino
ao mais alto grau do bem saber,
provarei desse néctar transcendente ? 
sigo os ensinamentos do Mestre ,
a palavra em acção no sangue do irmão
seja ele o desconhecido que nunca vi, mas tem sêde ...
e ouço dizer da embriaguês lúcida de Paracelso,
e embriago-me nas suas doses,
que só de pensar curava,
porque amava(amou e ama) o próximo.
sonho, sonho com o dia do despertar, 
e desperto já em sonho transformado,
oro, leio, oro, releio,
(ah, se eu soubesse orar quando a leitura queima meu olhar!)
meus olhos teriam mais luz do que qualquer estrela
para a verdade da antiga (nova) consciência,
mas a lucidez para ser o maior bem do mundo
deve nascer antes de nós no renascer dos históricos taumaturgos
e não me importava em ser muda, de boca selada,
e surda para cantar d´outrora a imagem do corpo
gravado numa só carta e cartada em cores 
d´arte que abraça o mundo ....

(Se eu fosse imagem de Tarot
qual o feminino do destino que é fortuna, prémio!
para o meu nome ?
posso assinar ?

(escutas o som leve
para não te sobressaltar
dos meus dedos transpirando ansiosamente
humedecendo-emudecendo ...?)

assinando: 

Autor:
- La Madrugada!




Luiz Sommerville Junior, 22/03/2014 - 14.09.2014 - 08:57



Do Mistério

Postado: Daniele Dallavecchia On terça-feira, março 18, 2014 2 Carinhos de Luxo


Da sabedoria invulgar
que almejo e não encontro
do sal que quero provar
ao mercúrio e seus encantos
ao mais alto grau do bem saber,
sigo os ensinamentos do Mestre
e ouço dizer da embriaguês lúcida de Paracelso
que só de pensar curava
Sonho, sonho com o dia do despertar
oro, leio, oro, releio
e meus olhos se abrirão
para a verdade da antiga nova consciência
o renascer dos taumaturgos
e não me importava em ser muda
se também os pudesse fazer
se ao tocar, pensar
mesmo de longe o bem pudesse agir 
As mais belas telas cegam-nos reluzentes
 o esplendor  não se pode explicar,
e o mistério não se quer a todos revelar.
Mas fazer o bem é o caminho
para a Pedra filosofal 


Daniele Dallavecchia, 18.03.2014